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A Teoria de Tudo

Média
4,6
3541 notas e 235 críticas
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235 críticas do leitor

alexandrecunha
alexandrecunha

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5,0
Enviada em 31/01/15
Que filme espetacular, graças a Deus um filme para apagar a catástrofe cinematográfica que foi 2014, com poucos filmes que prestaram, e este, que é uma OBRA DE ARTE. Não é apenas uma cinebiografia do cientista Stephen W Hawking, mas um exemplo de vida, de força, resiliência e esperança de Jane Hawing, sua primeira mulher, pois sem a menor dúvida foi a “mentora” espiritual dele. Quem espera ver um filme focado em suas teorias e estudos, como eu pensara antes de assistir, se surpreenderá (positiva ou negativamente dependendo da expectativa) com um filme focado num belo e exemplar relacionamento afetivo e historia de vida do casal. A atuação e caracterização foi Eddie Redmayne é ímpar, beira a perfeição. Uma bela história de vida, um belo filme, uma obra de arte. Parabéns ao diretor (James Marsh) e elenco. Assistam.
Rachel C.
Rachel C.

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5,0
Enviada em 31/01/15
Um filme incomparável, uma história dolorosamente linda, um amor corajoso, mostrado de uma forma diferente de todos os romances já escritos, nenhum livro ou filme retrata uma história de amor tão convincente e diria improvável até assistir essa obra. A coragem de viver e encontrar um motivo para isso. Coragem de amar sem esperar nada em troca. Coragem de buscar uma teoria para explicar o que ninguém consegue entender. Coragem de se amar e se aceitar. De ver além do que os olhos vêem. Spoiler: A teoria de tudo é o amor.
Caio Q.
Caio Q.

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5,0
Enviada em 31/01/15
É difícil encontrar alguém que nunca tenha ouvido falar de Stephen Hawking, sua figura tornou-se icĉnica infelizmente muito menos devido a sua prolífera carreira acadêmica e sim pela condição frágil provocada pela síndrome de Lou Gehric que o colocou sua cadeira de rodas com a característica voz robótica. Conhecendo o mito coube então ao o diretor James Marsh a tarefa desmistificá-lo e para isso já na cena de abertura nos deparamos com um jovem Stephen Hawking correndo em sua bicicleta, um contraponto fortíssimo com a aparência debilitada ligada á carreira de rodas que tornou-se tão icônica. Com uma atuação impecável (o próprio Stephen Hawking declarou que chegava a se confundir pensando ver a si mesmo durante o filme) Eddie Redmayne encarna por inteiro o papel do físico teórico mostrando toda a transformação do jovem desajeitado, de fala precisa e senso de humor sagaz culminando no desenvolvimento da doença que viria a atrofiar sua musculatura resultando na degeneração completa do corpo. Fica clara a dedicação e empenho do ator não só na parte física como também ao explorar as várias nuances de personalidade do cientista : vemos um Stephen divertindo-se com os amigos,apaixonand-se e aterrorizado-se com a perspectiva de ver seu cérebro incomunicável com o mundo exterior ao receber o diagnóstico. Aqui vale citar o maior acerto do filme: ao optar por focar-se muito mais na relação entre Jane e Stephen o diretor divide muito bem o espaço de tela entre ambos dando espaço para mostrar também o lado de Jane, interpretada com uma elegância britânica pela Felicity Jones, como uma mulher forte o suficiente para ser mãe e cuidar de uma família incluindo o marido fragilizado além de também assumir o importante papel de contraponto entre religião e ciência: ela vinda de uma família tradicionalmente religiosa sempre incomodada com o ceticismo científico dele (com certeza Stephen pensou qual era a probabilidade de casar-se com uma mulher religiosa). É difícil falar de A Teoria de Tudo sem remeter a um outro filme semelhante, em 2001 Uma Mente Brilhante também mostrou um gênio assolado por uma doença e sua trajetória para conviver e adaptar-se a nova situação. Trilhando caminhos semelhantes A teoria de tudo recebeu 5 indicações para o Oscar nas categorias principais enquanto em 2001 Uma Mente Brilhante arrebatou os principais prêmios, incluindo o oscar de Melhor Filme e deu a Russel Crowe a estatueta de melhor ator. Insipirado no livro de mesmo nome escrito pela própria Jane Hawking, esposa de Stephen, A teoria de tudo é um filme acima de tudo sobre pessoas e suas vulnerabilidades, mostrando que somente o tempo é capaz de responder à algumas perguntas, não importa em qual direção.
Saulo L.
Saulo L.

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5,0
Enviada em 30/01/15
Ontem tive o prazer de assistir esta bela obra sobre o Mestre Stephen Hawking. Uma amostra de como fazer uma cinebiografia, sem que o homenageado esteja morto. Na historia, vemos a degradação do homem com sua doença incurável e a ascensão de um Gênio, a transformação de um amor em fardo e uma amizade que dura até hoje. Um filme que vale muito a pena assistir e refletir, nunca sinta-se vencido ou derrotado por conta de seus problemas, se adapte e supere. INDICAÇÃO 5 ESTRELAS! A atuação do ator Eddie Redmayne está sublime, uma interpretação fiel de emocionar.
Otavio M.
Otavio M.

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5,0
Enviada em 31/01/15
A teoria de tudo é a junção de mecânica quântica e a relatividade, e se alterarmos os elementos e trocarmos por esperança e amor temos o filme. A narração foi surpreendente, os atores conseguiram passar tudo que estavam fazendo, consegui sentir a dor, angustia e o principal, esperança. O mais interessante foi que o filme conseguiu se deslocar em duas partes, vida profissional e pessoal, essa foi o destaque, quem não tinha conhecimento da vida de Stephen Hawking passou a ter, o que por fim me fez admirar ainda mais o próprio. Impecável a atuação de Eddie Redmayne, havia momentos que me perguntava se ele realmente tinha a doença (Esclerose Lateral Amiotrófica ELA),já não conseguia diferenciar o que era o ator e o que era a atuação, simplesmente fantástico. Felicity Jones também estava excelente interpretando Jane, primeira mulher de Stephen, conseguiu expressar toda a visão de quem convive com um portador da doença. James Marsh dirigiu o filme como um maestro comanda a orquestra, era visível a sutileza dos detalhes colocado em cena. E o que passou despercebido por grande parte dos que assistiram o filme, há uma cena no começo onde Stephen em um gesto simples pega a caneta que estava no chão e a coloca de volta a mesa, e já em uma das ultimas cenas, na palestra, a estudante deixa uma caneta cair, e Hawking na cadeira de rodas, se imagina levantando e a pegando, como fez no começo. Isso claramente vai ou te fez pensar sobre muitas coisas. Desde o descobrimento do amor de um fisico por uma pessoa religiosa até um triangulo amoroso que na visão de alguns foi polemico, A Teoria de Tudo consegue nos fazer sentir tudo aquilo que foi mostrado em cena, um filme excelente com uma mensagem profunda e marcante: "Enquanto houver vida, haverá esperança"
Lucas S.
Lucas S.

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4,0
Enviada em 31/01/15
Tudo é primoroso nesta cinebiografia, "A Teoria de Tudo" irá emocionar seus telespectadores, afinal o filme está rodeado de qualidades, a obra possui uma trilha sonora bastante envolvente, uma ótima direção, um roteiro incrível e atuações magnificas de Eddie Redmayne e Felicity Jones. O filme é sublime e não cansará seu público, mesmo assistido inúmeras vezes.
Flávio Augusto M.
Flávio Augusto M.

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4,0
Enviada em 31/01/15
Tá aí um filme que tem a cara do Oscar. Não deve ser o grande vencedor desse ano, mas é o tipo de história que os votantes gostam, considerando o fato de ser a cinebiografia de uma grande personalidade e um filme de superação ao mesmo tempo. Se você não entendeu porque a história de Stephen Hawking é tão forte e merecedora de atenção, reserve duas horas do seu dia e assista a A Teoria de Tudo. Como o próprio nome do filme já deixa claro, o filme conta a história de Stephen Hawking, mas o faz através de sua relação com Jane, sua primeira mulher. Abordando acontecimentos pontuais, o filme segue o cientista desde o começo do seu doutorado até seu encontro com a rainha da Inglaterra (não sei qual era naquela época), sempre acompanhado de sua história com Jane, que escreveu o livro no qual o filme se baseia. É certo afirmar que não seria possível ver toda a vida de uma pessoa como Stephen Hawking, então, de certa maneira, a decisão de focar em um ponto de vista é justa e certeira. Acredito que muitas pessoas gostariam de ver um filme que trouxesse mais do lado científico de Hawking, mas temos que entender que é muito menos arriscado – na visão dos produtores – produzir e vender um filme de superação e romance do que uma obra prioritariamente científica. A ciência está ali desde o início do filme, mas, como a história é contada do ponto de vista de Jane, ela vai aparecendo cada vez menos. Até porque é um fato que, mesmo sendo extremamente inteligente, ela teve muito mais contato com o lado humano e com o sofrimento de Stephen, então esse é um desenvolvimento que faz sentido e deixa o filme mais enxuto. No entanto, esse foco muito intenso no romance e na relação dos dois também tem seu lado prejudicial. Em primeiro lugar, temos que voltar a ciência, porque ela dá uma certa dinamicidade ao filme. A história de Stephen e Jane é bonita e merece ser contada, mas tem alguns momentos um tanto quanto desinteressantes. O que quero dizer é que a primeira metade do filme, que balanceia a ciência e a relação deles, se desenvolve de maneira muito mais rápida do que a outra parte, que tem momentos muito arrastados. Em segundo lugar, esse foco tira o espaço de algumas coisas interessantes e deixa muita coisa apenas nas entrelinhas. Por exemplo, enquanto a doença tem um desenvolvimento cuidadoso e emocionante, o filme deixa completamente de fora toda a importância que Stephen teve na continuidade das pesquisas e na conscientização acerca do ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica). Também só passa de maneira bem rasa por uma discussão entre religião e ciência, que ganha algum foco ali bem no final, mas acaba soando meio aleatório por não ter sido aprofundada. O roteiro também peca um pouco no cuidado com os seus coadjuvantes. São personagens que vão ter alguma influência no último ato, mas que passam despercebidos pelo filme, como Brian e o Professor Sciama. De resto, o filme se desenrola de maneira tranquila e até bem didática, dosando bem o romance, o drama de superação e até o humor, já que o próprio Hawking tem um senso de humor bem interessante. O diretor James Marsh conduz muito bem o desenvolvimento, misturando jogos de câmera, pontos de vista e um lado um pouco mais documental, que é a área onde ele tem maior experiência. Ao lado de uma ótima trilha sonora e de uma fotografia que brinca constantemente com a paleta de cores, ele consegue criar imagens lindíssimas e emocionar sem fazer muito esforço. Não é aquele filme que te faz chorar rios, mas a história em si é muito forte e o diretor não precisa fazer muito para que ela toque o público. Ainda acho que, assim como o roteiro de Anthony McCarten, ele poderia se arriscar mais em alguns momentos. Um bom exemplo seria a cena onde ele contrapõe as ações de Jane no acampamento e de Stephen na apresentação da orquestra de Bordeaux. Uma cena muito bonita e cruel no seu desenvolvimento e na sua consequência. A questão é que ele corta ela um pouco mais cedo e deixa uma situação em aberto quando não deveria. Acho que esse é o tipo de risco que daria contornos mais complexos à história sem atrapalhar em nada. Na verdade, deixar isso pra imaginação do público é até mais cruel com os personagens. Por outro lado, vejo que Marsh arriscou um pouco na escolha de um elenco desconhecido de grande parte público. E esse aqui é o ponto onde ele acertou em cheio, porque, se o roteiro dá qualquer escorregadinha no seu decorrer, os atores seguram o filme de maneira sublime. Eddie Redmayne, que se tornou conhecido há pouco tempo em Os Miseráveis, faz um dos trabalhos de composição mais brilhantes dos últimos tempos, chegando ao ponto de impressionar o próprio Hawking. Ele faz uma representação física e mental perfeita desde de antes da doença, mas é com o desenvolvimento dela que tudo fica mais complicado e surpreendente. Em um trabalho que inclui mente, corpo e voz, Eddie passa toda a angústia, sofrimento, amor e humor de Hawking em poucos movimentos. Na minha opinião, esse é o único trabalho de composição de personagem (entre os que eu já assisti, claro) que supera o trabalho feito por Jake Gyllenhaal em O Abutre. Jake sequer foi indicado ao Oscar, então minha torcida vai toda para Eddie Redmayne. Ele ganhou o SAG e tem grandes chances de bater Michael Keaton, que é o outro favorito ao prêmio. Sua parceira de cena também não deixar por menos, mesmo tendo um papel mais fácil. Não estou dizendo que Felicity Jones faz um trabalho ruim, mas é lógico que ela não tem nenhuma dificuldade com o trabalho físico, como Redmayne. No entanto, a composição mental de Jane é forte e complexa. Felicity interpreta de maneira certeira toda a coragem, amor e outros sentimentos conflitantes vividos por Jane durante sua vida ao lado de Hawking. Como disse, o roteiro não tem tanto cuidado com os coadjuvantes, então eles acabam ficando quase sempre à sombra de Eddie e Felicity. Ainda assim, posso assinalar as boas atuações de David Thewlis (Sciama), Harry Lloyd (Brian) e Charlie Cox (Jonathan aqui e o Demolidor na série da Netflix), mesmo sem ter muitos espaço ou cenas tão fortes. No fim das contas, A Teoria de Tudo tem muito mais acertos do que erros e consegue adaptar de maneira interessante a história de um dos maiores gênios e vencedores da nossa geração. Ainda apoio a ideia de termos outro filme que conte a trajetória sob outro ponto de vista, mas não posso tirar o mérito da história extremamente corajosa e emocionante de Jane e Stephen. É uma história que merecia chegar aos cinemas dessa maneira e que precisa ser conhecida pelo público.
Ric Brandes
Ric Brandes

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5,0
Enviada em 18/03/15
Um grande filme, com 5 indicações ao OSCAR 2015, sendo duas nas categorias de melhor ator para Eddie Redmayne (que levou a estatueta em uma atuação magnífica no papel de Stephen Hawking) e melhor atriz para Felicity Jones, no comovente papel de sua esposa, Jane Hawking. Acima de tudo, o filme traz uma grande lição de vida. Como ser otimista, ao descobrir uma grave doença? Como manter o amor, sem condições de viver e lutar por uma vida digna? A Teoria de tudo, filme baseado na biografia de Jane Hawking, que foi casada com o brilhante cientista Stephen Hawking por 25 anos, conta a grandiosa história de um amor que não vê obstáculos. Mesmo enfrentando uma terrível doença incapacitante, e tendo sua vida renegada a poucos anos de vida, o genial Stephen pôde contar com o apoio dessa grande mulher, que esteve ao seu lado nos momentos mais difíceis. Juntos, enfrentaram as dificuldades da vida, por longos 25 anos em uma história cheia de surpresas, reviravoltas e acontecimentos marcantes. Um filme com fotografia brilhante, excelente roteiro, atuações premiadas, trilha sonora seleta e além do drama, ainda traz toques de humor. Enquanto há vida, há esperança, já dizia o gênio Stephen Hawking. E A teoria de tudo é um filme que merece ser visto e admirado em toda sua grandeza. Por Ricardo Brandes / Escritor
Jeferson C.
Jeferson C.

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4,5
Enviada em 31/01/15
Onde tudo começou? É uma das perguntas mais feitas para saber (e discutir) a origem do universo. Em A Teoria de Tudo, ao mesmo tempo em que nos emocionamos com a história de Stephen Hawking, vivido fantasticamente por Eddie Redmayne, podemos enxergar um tom filosófico em cada plano e corte. O filme mostra, do começo ao fim, como o tempo é duplamente maravilhoso e cruel, nos tirando e nos dando coisas, transformando a história de tudo e todos. Decisivo, ele instiga para vivermos sonhando e com saudade. Lutar contra o relógio é o que define a história de vida do físico. Spoiler: Provar onde começou tempo sem tempo, meio irônico, não? A doença do protagonista vai avançando, sob a persistência de Stephen e sua esposa Jane, enquanto as teorias vão mudando. É inspirador! O longa tem uma direção e fotografia belíssimas, além, é claro, das incríveis atuações. Felicity Jones, que vive Jane, só fortalece o drama passado por Redmayne, merecendo sua indicação ao Oscar de Melhor Atriz. Ele também concorre como Melhor Ator, sendo o favorito ao prêmio. Certamente, um dos meus filmes favoritos de 2015.
Vânia G.
Vânia G.

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4,5
Enviada em 30/01/15
Não sei muito bem como começar essa resenha, pois não é o tipo de filme que estou acostumada a ler. Nunca fui muito fã de ler biografias, e com filmes não é diferente. Porém, a grande história por trás de uma das maiores mentes da humanidade me chamou a atenção, e decidi dar uma chance. O quão horrível deve ser você descobrir que tem uma doença, com a qual perderá seus movimentos pouco a pouco, e que a expectativa de vida para as pessoas portadoras dela é de poucos anos? O quão horrível deve ser você ter milhões de ideias batucando em sua mente, querendo expor para o mundo, mas não conseguir mover a boca para falar? Stephen Hawking passou por isso. Um gênio, com um futuro brilhante pela frente, encontrou alguém que o ama, gerou uma família, sentiu seu corpo parar de obedecê-lo pouco a pouco, e mesmo assim, continuou lutando pelo que acreditava. Com apenas 21 anos, ele foi diagnosticado com ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica), uma doença rara, ainda incurável, que paralisa os músculos, mas não atinge o cérebro. O filme irá retratar sua vida antes da descoberta da doença, até os dias atuais. Porém, o foco não será somente em sua saúde, mas também na sua vida amorosa com Jane. Não é só a história de superação e a corrida atrás dos seus sonhos e objetivos, com tantos obstáculos, que é incrível, mas a atuação do ator que interpreta Stephen é impressionante. Para fazer um papel desses, deve ser mais do que um simples "bom ator". É uma história para rir, chorar, se emocionar, e ver que os obstáculos que enfrentamos na vida nem sempre são tão grandes quanto parecem.
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