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Sniper Americano

Média
4,5
2527 notas e 194 críticas
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38% (73 críticas)
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194 críticas do leitor

Victor D.
Victor D.

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5,0
Enviada em 16/01/15
“Eu estava apenas protegendo meus rapazes, eles estavam tentando matar nossos soldados … e eu … Eu estou disposto a encontrar o meu Criador e responder por cada tiro que eu dei.” – Chris Kyle (Bradley Cooper Este seria um filme perfeito para se comentar sobre controle da mente. Entretanto com o surgimento artificial do termo Islamofobia e os atentados ocorridos na França, quero tratar apenas do patriotismo americano e como ele é usado nas muitas guerras. Inicialmente eu gostaria que ficasse bem claro que o povo, ou mesmo o governo americano, passado ou presente não inventaram a guerra. Ela faz parte do mundo desde que Cain matou seu irmão Abel. Resumindo o filme: ele mostra as várias indas e vindas de um soldado americano para combater no Iraque e o efeito que sua profissão militar tem sobre sua família. Minha primeira resistência em assistir a este filme foi que eu creio que este tema de guerra está um tanto superexposto no cinema e não existe mais muita coisa a ser mostrada além de mortes e mais mortes. Não é um filme legal de assistir e nem mesmo tem muita ação. É mais um filme de tensão. Tanto que em uma parte dele o soldados CSpoiler: hris Kyle vai em uma consulta com sua esposa e não aceita o fato de que sua própria pressão arterial está excessivamente alta. Apesar de ser dito com todas as letras o número de pessoas que ele matou, 160 ou mais, o importante desta obra de Clint Eastwood é mostrar quando o dever para com a Pátria é mais importante do que o dever para com a família. O soldado em momento algum é mostrado como um louco que não sabe o que faz. Ele vai para a guerra voluntariamente e o faz para “proteger o seu país”. Para cumprir sua missão ele torna-se um marido e pai ausente, mesmo quando está ao lado de sua família. Spoiler: Uma parte bem interessante que mostra o efeito da guerra sobre ele acontece quando ele está em uma espécie de oficina mecânica e o som de uma máquina apertando parafusos o incomoda. Creio que naquele momento seu cérebro o leva a pensar nos sons dos combates. Interessante também ver o relacionamento dos outros soldados com aquele mesmo assunto. O irmão dele diz quando eles se encontram no Iraque: eu odeio tudo isto aqui. Ele está falando do mesmo dever de combater por seu país que o Chris considera sagrado. Outros têm a mesma opinião. Spoiler: Outro instante que mostra que ele se tornou um escravo patriótico ocorre na mesma oficina mencionada anteriormente quando um outro soldado o agradece por salvar sua vida. O garoto está todo emocionado e faz inclusive a saudação militar. Ele no entanto responde sem emoção alguma como se aquilo fosse apenas sua obrigação e ninguém tivesse o direito de ficar emocionado em não morrer. O ponto alto do filme ocorre quando Chris deixa de ter uma mente coletivista, ou seja ele para de pensar na obrigação que ele tem com o país. Afinal de contas este coletivo de milhões de pessoas podem ser protegidos por outras pessoas também e ele percebe que tem uma outra obrigação tão sagrada quando lutar pela pátria. Esta obrigação é cuidar de sua família. E depois de um combate no qual sua equipe inteira, inclusive ele, quase morre ele diz para a esposa: “eu estou pronto para voltar para casa”. As questões filosóficas que me veio à mente assistindo SNIPER AMERICANO: Como os americanos e ingleses vivem indo a lugares como Iraque, Afeganistão e outros e matam, e tomam armas e o povo continua cheio de armas? Como eles conseguem viver na miséria e mesmo assim ter como financiar homens bombas e outros matadores? Não estou dizendo que eles não têm direito de se proteger. Estou apenas mostrando que, como em toda guerra, provavelmente quem os financia são os mesmos milionários que financiam os exércitos aliados. Afinal de contas os únicos que realmente se beneficiam com as guerras são os fornecedores de armas. E obviamente que o filme não deixa de insinuar o apoio explícito da TOYOTA com os exércitos muçulmanos. Quando falo muçulmano é porque a impressão que se tem do oriente médio atualmente é que é um grande Exercito Islâmico se unindo para combater o mundo ocidental. Os muçulmanos são violentos e usam suas próprias crianças para assassinar pessoas por desespero ou isto é algo tão cultural quando o patriotismo americano? O normal de ser humano é proteger as crianças como é mostrado a inquietação de Chris quando ele quase mata um menino de mais ou menos 5 anos que brinca com uma bazuca. Como eles podem achar normal usar uma criança como arma de guerra? Creio que nem mesmo os Nazistas ou os Comunistas, os maiores carniceiros matadores de todas as guerras, parecem ter usado suas crianças para matar seus inimigos. Ou será se sou Islamofóbico por mostrar este lado perverso da alma humana? O que é profundamente triste no filme é saber que o Chris não foi morto em combate, mesmo tendo passando tantos anos na guerra. Ele foi morto em seu próprio país por um soldado igualmente traumatizado a quem estava tentando ajudar. Para qualquer um que ainda tenho sentimento de pátria, embora eu ache que este conceito é inexistente no Brasil, é impossível não emocionar-se com as cenas finais do filme que mostram seu funeral digno de um herói.
Gustavo G.
Gustavo G.

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4,0
Enviada em 16/01/15
Um bom filme sobre a guerra (Iraque) e também sobre os traumas e consequências da guerra. Uma bela atuação de Bradley Cooper. Recomendo assistir.
Thiago C.
Thiago C.

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4,0
Enviada em 27/01/15
Muito bom mesmo. Cooper está bem no papel. Final surpreendente
Senhor Ivan
Senhor Ivan

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2,5
Enviada em 20/01/15
É sempre bom poder acompanhar as histórias que cercam a guerra.Melhor ainda se temos Clint Eastwood na direção da obra.E ainda mais ,tendo Bradley Cooper protagonizando.Eu pensava dessa forma antes de assistir ao filme Sniper Americano.O grande defeito é que volta toda a história do filme para o velho patriotismo americano.Onde as cenas em que Cooper está metido,são exclusivamente reservado para ele mostrar ser algum super patriota.O que fica visível em todo o filme.As poucas cenas de combate são bem repetidas e desinteressantes.Pois Bradley Cooper é um personagem que já vimos em outros filmes de guerra,ou seja,ele é o bonzinho em meio a uma tropa de soldados animais,que não ligam muito para a vida humana e não tem dó de absolutamente ninguém.Cooper vive Chris Kyle.Que teve sua infância dura aos olhos de seu pai,que sempre o cobrava para já ser um homem forte e cheio de regras.Chegando na idade adulta,ele participa de rodeios e sonha em ser um conhecido cowboy de sua cidade.Ao lado de seu irmão ele tem poucos momentos.Onde larga tudo para virar um Seal.Daí começa a verdadeira história do sniper.Tem muito tiro,mortes tensão ,mais nada que possa impressionar a quem já assistiu a vários filmes do gênero.E o que fica solto no ar ,é a grande frustração de poder assistir a um filme do gênio Eastwood,e não poder ver um rendimento.Cooper até que está bem,mais caminha sozinho em uma lenta história.
Drih S.
Drih S.

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4,0
Enviada em 05/02/17
Sniper Americano uma bela adaptação voltada para o protagonista Chris Kyle (Bradley Cooper) um homem muito patriota que tinha um sonho de ser cowboy, sonho esse que viu se distanciar após os atentados contra os EUA em 11 de setembro. Como um atirador de elite das forças especiais da marinha americana ele parte para o iraque junto com sua equipe contra o terrorismo. Conhecido como o atirador mais letal americano e por ter matado mais de 150 pessoas, Chris então conhece Taya (Sienna Miller) com quem se casa e tem dois filhos, Taya é uma mulher que sofre muito com a ausência de Chris e tem que conviver com constantes idas e vindas dele para a guerra e com a ameaça de não ve-lo voltar mais. O filme e baseado na guerra americana contra o terrorismo, com cenas muito bem elaboradas, entre elas a cena em que Chris torçe muito pra que o pequeno garotinho largue o lança missel no chão para que ele não tenha que mata-lo. Clint Eastwood mostra genealidade na adaptação do filme e consegue dirigir muito bem cada cena. Ao final do filme Chris se vê muito perturbado com o fato de ter passado grande parte de sua vida tendo que matar pra sempre proteger alguém, ai que entramos na parte que chama mais atenção do filme que é um grande spoiler e eu não vou revelar. Se vc não liga para o patriotismo americano ou pelo fato de assassinar milhares de pessoas para proteger um pais, assistam Sniper Americano eu recomendo.
Raimundo Nonato
Raimundo Nonato

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4,5
Enviada em 20/01/16
O filme vai bem à sua trajetória, faz um flashback explicativo de quem é o cara e cai direto na guerra do Iraque. A partir daí você acompanha um embate do que é moral e certo nas decisões que se precisa tomar e o que estas vão acarretar pra si e para o grupo.
Jorge Willian C.
Jorge Willian C.

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5,0
Enviada em 17/12/15
Que raiva eu tenho de mim de não ter ido ver este filme no cinema. Excelente! B. Cooper mais uma vez brilhante. O roteiro, a direção de fotografia, os efeitos, o cenário. Tudo perfeito! Um ótimo filme de guerra, se não um dos melhores.
Bruno M.
Bruno M.

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5,0
Enviada em 30/10/15
O Respeito e gratidão que os americanos tem pelos seus soldados e admirável, nada melhor que o filme para mostrar isso. A Muito tempo não assistia um filme como esse, palavras como fantástico e emocionante, são poucas para descrever tal. Clint Eastwood, mestre. Chris KYLE Spoiler: Descanse em PAZ
B.Boy Jc
B.Boy Jc

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3,5
Enviada em 12/05/15
Realmente é um bom filme, com destaque na forte atuação do Bradley Cooper.
Jhonathan C.
Jhonathan C.

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4,5
Enviada em 09/05/15
Descartando algumas mudanças da realidade e do filme de Chris Kyle, Sniper Americano surpreende não só como um filme de ação, mas a parte dramática é também e muito bem focada. O espectador em certos momentos pode se sentir na pele Chris Kyle. Valeu a pena a mudança e o esforço físico de Bradley Cooper para protagonizar no filme. Apesar do exagero patriota dos americanos, Sniper Americano não chega a ser uma obra-prima, mas cumpre e surpreende.
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