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A Garota Dinamarquesa

Média
4,4
1279 notas e 86 críticas
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86 críticas do leitor

Alvaro S.
Alvaro S.

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4,0
Enviada em 21/01/16
A atuação do ator Eddie Redmayne é tão fascinante que conseguimos sentir a dor dos conflitos internos que seu personagem sente ao aceitar sua verdadeira natureza. Uma dor palpável. É uma história corajosa, de um homem casado, o pintor Einar Wegener (Redmayne), que tem despertado nele uma mulher adormecida pela sua esposa a também pintora Gerda Wegener (Alicia Vikander). O que começou apenas como uma brincadeira, ao posar para sua esposa semi vestido com roupas femininas, mostrou ser sua essência. Uma mulher presa num corpo masculino. A liberdade vem quando ele se submete a cirurgia de mudança de sexo, uma das primeiras da história. Lindamente filmado, com um esmero em todos os detalhes, da fotografia a direção de arte e figuro. A luta e coragem dele, somadas ao amor e apoio dela, me emociou. Curiosidade. Recebeu 4 indicações para o Oscar 2016. Melhor Ator, Melhor Atriz Coadjuvante, Melhor Direção de Arte e Melhor Figurino. Nota do público: 7.0 (IMDB) Nota dos críticos: 71%(Rotten Tomatoes) Bilheterias EUA - $8 milhões* Mundo - $15 milhões* * e contando Acesse o blog 365filmesem365dias.com.br para ler sobre outros filmes.
Luiz C.
Luiz C.

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4,0
Enviada em 22/02/16
Estas garotas dinamarquesas ------ Quem é a autêntica garota dinamarquesa? Foi essa pergunta que martelou minha cabeça ao sair do cinema depois de assistir ao belo filme do diretor Tom Hooper, indicado em quatro categorias do Oscar 2016 e baseado numa história verídica. Em "A Garota Dinamarquesa", o pintor Einar Wegener (Eddie Redmayne) vive uma forte mudança de comportamento ao se assumir mulher por completo e tomar a difícil decisão de se submeter à primeira cirurgia de redesignação sexual registrada na história, isso na década de 20. Casado com a também pintora Gerda (Alicia Vikander), Einar vai se soltando aos poucos, dando vida à sua caracterização feminina, Lili Elbe, e mostrando um verdadeiro mundo novo para sua mulher.  É nesse ponto que a figura de Gerda brilha ao lado do seu marido. Durante todo o filme, ela é a verdadeira figura da força, da compreensão, do entendimento, da gratidão. Tudo bem que a ardorosa mudança de vida - e a busca infinita pelo impetuoso consentimento da sociedade - é inteiramente do protagonista, que, mesmo naquele tempo em que pessoas "assim" eram taxadas como doentes, larga tudo o que construiu na sua vida pessoal e profissional para buscar a felicidade. Mas o que vi à sombra desta mulher já formada foi uma outra mulher determinada, ajustada, decidida a apoiar aquela figura que tanto ama até o fim. E, realmente, se não fosse por ela, Lili Elbe não teria nem uma imagem, enfim. Por mais duras que as críticas surjam - o filme vem sendo polemizado por romancear e adocicar demais a história, que teria sido mais dura para seus protagonistas -, o fato é que a linha seguida pelo diretor (e pelo escritor David Ebershoff, que escreveu o livro homônimo no qual o filme foi baseado) é mesmo a de romancear a história. Tanto que notamos isso logo de cara pelo tom melodramático das cenas de abertura, em que paisagens dinamarquesas são ilustradas ao som de acordes de piano melódicos e sutis; e ainda na "descoberta" do protagonista ao se vestir com roupas femininas, a pedido de Gerda, e assim posar para ela no lugar de uma modelo ausente: o toque no tecido, o olhar de fascínio por se ver mulher, a vontade exacerbada de, enfim, assumir a tão sonhada mudança de gênero e chegar à sua plena harmonia íntima. Nessa luta interior por equilíbrio, Einar, já transformado por dentro (principalmente) e por fora em Lili, volto a dizer: some ao lado de sua parceira. Apesar de Eddie Redmayne fazer mais um papel excepcional - assim como no ano passado, quando ganhou o Oscar pelo seu trabalho poderoso e detalhista ao interpretar Stephen Hawking, em "A Teoria de Tudo" - e seu personagem viver as amarguras e transformações de um transgênero, quem merece o título de "A Garota Dinamarquesa, pra mim, é Gerda. Ela enxergou o marido, o ajudou na sua transposição e conversão, conduziu a sua mutação e, ainda assim, mesmo com aquela gigante perda, lidou com a irremediável solidão. Sem contar que ainda era a chefe da casa, guiava magistralmente a sua própria carreira e aceitação, numa fase em que os sonhos dela se dissipavam e o de seu marido estavam em plena ebulição. Se o título original não for colocado no plural e dividido com ela, acho que não entendi o filme, não.
Chanice M.
Chanice M.

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3,0
Enviada em 21/02/16
A REPRESENTAÇÃO PROBLEMÁTICA DA TRANSEXUALIDADE A Garota Dinamarquesa é um filme que está indicado ao Oscar de Melhor Ator esse ano, pela participação do Eddie Redmayne, vencedor do prêmio no ano passado. No filme, ele interpreta a personagem histórica Lili Elbe, considerada a primeira mulher do mundo a fazer a cirurgia de readequação sexual. A obra vem sendo bastante aclamada por pessoas de fora da comunidade trans, que consideram o filme uma linda história de amor, um grande espetáculo de atuação do Eddie Redmayne e um importante marco social para a comunidade trans. A ilustração da vida de uma representante histórica transsexual em um meio cinematográfico de grande alcance, sendo reconhecido pelo maior evento de cinema do mundo, está permitindo que um imenso número de pessoas sejam tocadas e atingidas com a história de Lili Elbe. Quando se faz parte de um grupo marginalizado pela sociedade e totalmente invisibilizado pelas Artes do Entretimento, é de se imaginar a transformação social que uma obra assim tem o poder de causar entre as pessoas. E é justamente por conta desse poder de mudança que todo cuidado no tratamento do filme ainda é pouco. A representação somente pela representação pode fazer muito mais mal do que bem. Pode desinformar mais do que informar. Aumentar a ignorância de um povo ao invés de acabar com os preconceitos há muito enraizados. O primeiro questionamento envolvendo a transfobia no filme - e o mais debatido nas redes sociais - diz respeito à escolha de um homem cisgênero para representar uma mulher trans. Como muito texto já foi produzido sobre esse tema, principalmente pela própria comunidade trans, vou apenas indicar essa leitura que exprime totalmente a minha opinião envolvendo a questão. Aqui, vou me limitar apenas a discutir os aspectos técnicos do filme como o enredo e a atuação do Eddie Redmayne: enquanto muitos elogiaram o seu desempenho, o que eu vi foi uma caricatura estereotipada do feminino. Sua atuação parecia tão forçada que me tirava da imersão do cinema, me lembrava a todo instante que eu estava assistindo a uma representação da Lili. O olhar, especialmente, foi a minha maior fonte de incômodo. (Cheguei até a me questionar se ele estava interpretando uma personagem com tique nervoso, que toda vez que entrava em contato com a sua feminilidade, começava a piscar e arregalar os olhos. Concluí que foi apenas uma atuação ruim mesmo, onde foi decidido que ser mulher se resume a ter um olhar de louca). Sobre o enredo, foi perpetuado um falso conhecimento sobre a biografia das personagens e ainda mais danos foram causados em relação às questões da transexualidade - promovendo a manutenção da ignorância entre os espectadores menos familiarizados com o assunto. Inicialmente, Lili e Greta são completamente apaixonadas e possuem um casamento exemplar, sem nenhum problema conjugal e, especialmente, sexual. Fica claro que Lili, antes da sua transição, ama e sente muito desejo por sua esposa Greta. Entretanto, sem qualquer tipo de explicação maior, após o início da sua transição, Lili não só perde o interesse sexual por Greta, como só tem olhos para outros homens. Percebe o problema? Há uma total confusão e junção entre identidade de gênero e orientação sexual, como se fosse tudo uma coisa só e são tratadas de igual maneira ao longo da obra. Lili, enquanto vivia como homem na sociedade, sentia atrações por mulheres. Mas quando passou a viver como mulher, começou a gostar de homens. Simples assim e sem nenhum tipo maior de explicação. Esse é o nível de superficialidade da obra quando se tratando de assuntos tão delicados e é aí que mora o perigo desse tipo de "descuido". Para além dessas questões, o que mais me surpreendeu é que o filme é muito mais empenhado em mostrar como a esposa, Greta, lida com a transição do marido do que na experiência do marido em si. É muito mais importante nos encantarmos com a pessoa elevada, compreensiva e aceitadora que era Greta do que sermos tocados pela história pessoal da vida de Lili. Nesse contexto, Greta que é a verdadeira "garota Dinamarquesa" do filme e a verdadeira protagonista dessa história. É o seu amor o que mais nos emociona. Em suma, acredito que o principal defeito do filme está num roteiro mal elaborado e confuso, na falta de pesquisa histórica e no descuido com as questões transsexuais. Já nos outros aspectos em que o ele também foi indicado ao Oscar: Figurino, Design de Produção e Melhor Atriz Coadjuvante, eu acredito que o filme acerta nesses pontos e inclusive estou na torcida pela Alicia Vikander. Convido a todos a conhecerem o meu blog!
Jake D.
Jake D.

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3,0
Enviada em 15/02/16
A Garota Dinamarquesa... mais um filme, que está entre os indicados em diversas categorias, conta a história de Lili Elbe (Eddie Redmayne), que foi a primeira pessoa a passar por uma cirurgia de mudança de gênero, focando em seu relacionamento com Gerda (Alicia Vikander), e a sua descoberta como mulher. O filme tem um conceito bem interessante, e a direção de Tom Hooper, funciona em algumas vezes, mas acaba sendo falha por sua insegurança em diversos momentos. As interpretações são excelentes, Eddie Redmayne está ótimo, mas Alicia Vikander está impecável, talvez até ganhe o óscar de melhor atriz coadjuvante. O roteiro não funciona na maioria das vezes, faltou muita estrutura em certos diálogos. A fotografia é lindíssima, outro ponto alto do filme, mas a trilha sonora é só boa não é nada marcante. A Garota Dinamarquesa é um filme mediano que apresenta uma ideia original e excelentes interpretações, mas a direção é insegura, e o roteiro é em diversas vezes, mal escrito, não acho que o Eddie Redmayne ganhará o óscar, mas Alicia Vikander tem grandes chances para atriz coadjuvante, então, o filme tem alguns problemas, mas não chega a ser uma catástrofe total.
Diego D.
Diego D.

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4,5
Enviada em 06/01/16
BOM, SE EDDIE REDMAYNE ESTÁ BUSCANDO UM NOVO OSCAR ACHO QUE ELE PODE ESTAR BEM PERTO COM A GAROTA DINAMARQUESA! A Garota DinamarquesaA Garota Dinamarquesa (The Danish Girl) irá contar a história do pintor Einar Wegener por nascença, mas que ao conhecer sua verdadeira natureza se torna lili Elbe, a primeira pessoa na história a se submeter a uma cirurgia de mudança de gênero. Além dos conflitos pessoais o longa de Tom Hooper (O Discurso do Rei) trata com delicadeza o relacionamento entre Einar/Lili e Gerda (Alicia Vikander). Tom Hooper volta ao seu gênero favorito, filme de época! Em A Garota Dinamarquesa vimos como o diretor conduz essa linha de forma segura e quase perfeita. O modo como foi trabalhado a sensibilidade, como se o filme inteiro fosse uma tela em branco e aos poucos fosse sendo pintada deixa a sensação de perfeição, mas algumas telas contém suas imperfeições. O roteiro de Lucinda Coxon é bem conduzido e tem momentos esplendidos, mas também existe momentos de monotonia e muitas repetições, como se precisássemos a todo instante saber o que se passa na cabeça da protagonista. A trilha sonora fina e elegante de Alexandre Desplat é perfeita para dar emoção e vida as cenas mais paradas do filme. A direção de fotografia da ao filme um clima de pintura, como dito anteriormente, e condiz com a temática do filme. As cores utilizadas e pensadas conforme a trama vai se formando. As atuações são simplesmente sensacionais, Eddie com certeza se entregou e seus traços finos e rosto modelado A Garota Dinamarquesaderam ao papel maior vericidade. Alicia Vikander rouba a cena por diversas vezes, desde o momento em que entre em um conflito pessoal, no momento que está disposta a ajudar ela se sai perfeita em todos os momentos. Fica o ponto positivo para Matthias Schoenaerts que também é um ótimo suporte para os protagonistas. O filme é ótimo, mas me vi em alguns momentos bufando por algumas cenas, o modo como foi trabalhado os planos de fotografia são geniais, a arte é genial, o roteiro ótimo e os personagens perfeitos. A Garota Dinamarquesa entra com certeza no pário na busca de um oscar. Diria que A Garota Dinamarquesa é uma tela em branco ganhando cores ao longo dos minutos.
Cristiano C.
Cristiano C.

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4,5
Enviada em 30/08/16
Filme excelente. Ótima narradora e diálogos. Brilhante atuação dos atores principais e coadjuvantes...história mto bem retratada e introduzida. Ótimo filme.
Ana P.
Ana P.

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5,0
Enviada em 27/04/18
Filme bem tocante e delicado. Eddie se saiu tão bem, que parecia realmente feito para esse papel. O destaque vai para a Alicia que interpretou um papel muito difícil também de forma impecável.
Flavio Y.
Flavio Y.

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5,0
Enviada em 07/02/17
Uma história real, sobre a primeira pessoa a se submeter à uma cirurgia de mudança de sexo (na década de 30!), com um elenco inspirado (Eddie Redmayne e Alicia Vikander brilham), dirigido por um excelente diretor. E que história de amor! Belíssimo, mas para quem não tem preconceitos...
Jamylle Catharine R.
Jamylle Catharine R.

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3,0
Enviada em 29/02/16
É um drama triste e meio louco. De repente o que era uma ideia engraçada se transforma num pesadelo sem igual. Pobre coitada dessa mulher. Quase fica louca com a doença do marido.
Stéphane G.
Stéphane G.

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0,5
Enviada em 14/11/18
MEDÍOCRE . Infeliz roteiro, só vale a atuação do principal. Pronto pra lixeira. [spoiler][/spoiler]
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